O Uber do mercado de comunicação

Rodolpho Tomé Zabisky

Olá! Meu nome é PH (Rodolpho) Zabisky. Em 2003 entrei como sócio da MZ” (www.mzgroup.com), uma pequena empresa de comunicação financeira que na época contava com menos de 10 colaboradores e tinha sede em Guarulhos. Quase 13 anos se passaram e muita coisa mudou. Hoje somos 250 colaboradores, com escritórios próprios em nove cidades/cinco países e nos orgulhamos de ser uma das cinco maiores agências de comunicação do Brasil[1] e a sétima consultoria no mundo em comunicação de negócios, reputação e valor[2].

 Mas não estou aqui para vender os nossos serviços ou plataformas tecnológicas. Quero compartilhar com você uma ideia que nasceu em 2015 após ler um estudo divulgado pela TalkMarkets, feito pelo YEC (Young Entrepreneur Council), que citava 12 indústrias que poderiam não existir até 2020[3].

Esse artigo anunciava o fim de serviços que fazem parte do nosso cotidiano como: sistema de táxi; correios; papel; telefones residenciais; celulares para voz; cartão de crédito; cinema; dispositivos de armazenagem de dados; agências de seguro; tv a cabo; carteiras de dinheiro; e trabalhadores de fast food.

Isso me fez questionar como novas tecnologias poderiam impactar o negócio de comunicação corporativa, ou seja, a forma como stakeholders (consumidores, investidores, funcionários, jornalistas, analistas, fornecedores, distribuidores, etc.) interagiam com empresas.
Nesse momento, eu abri meu celular e percebi que haviam aplicativos para assistir filmes e séries (Netflix), transporte (Uber e 99taxis), trânsito (Waze), comunicação interpessoal (WhatsApp) e até para escolher o meu jantar de domingo (iFood). Mas o que todos esses aplicativos tinham em comum para estarem no meu celular?

Simples! De forma inovadora e intuitiva, todos resolvem problemas cotidianos e hoje não consigo imaginar a minha vida sem eles.

Foi nesse momento que me perguntei o por quê da comunicação corporativa não ser assim, de modo que eu possa decidir quando e como serei impactado com uma informação útil. E ainda, não seria possível ir além? Como utilizar a tecnologia para descomplicar e tornar mais inteligente a forma de interagir com empresas e outros stakeholders.

Alguns cafés, atração de novos talentos, diversas reuniões entre sócios e meses de programação depois, nasceu o Engage-x (www.engage-x.com), uma plataforma disruptiva que pretende inovar na forma com que stakeholders resolvem seus problemas de comunicação, interação e colaboração com empresas.

O Engage-x é uma plataforma que concede ao usuário o poder de decisão sobre quando, como e qual informação irá impactá-lo. Permite que esse usuário resolva diversos problemas do seu cotidiano de uma maneira simples, personalizada, colaborativa e sem custo.

A primeira versão do Engage-x será lançada no final de Junho/2016 para três tipos de stakeholders: investidores, jornalistas e analistas. Para esses usuários, será o fim do excesso de informação por e-mail; busca por dados em diversos websites, dificuldade de controle de agenda de divulgação de resultados, cadastros para acesso a webcasts, conexões demoradas em teleconferências, falta de interação com formadores de opinião e analistas de mercado, clippings de notícias e monitoramento de redes sociais. Além disso, o Engage-x tornará obsoletos os tradicionais sistemas de CRM (Customer Relationship Management).

Nessa primeira fase, o Engage-x já conterá todas as empresas de capital aberto no Brasil e algumas grandes empresas de capital fechado, que terão suas informações disponibilizadas em tempo real, incluindo índices de valor e de reputação que possibilitarão aos stakeholders um melhor entendimento de tais empresas. Tudo de forma clara e objetiva para ajudar os usuários na tomada de decisão.

Assim como o Uber fez no transporte urbano, a motivação do Engage-x é causar impacto no mercado de comunicação, transformando a maneira como osstakeholders se comunicam e interagem com as empresas.

Aguarde! O Engage-x estará disponível para download na AppleStore e versão web no final de junho.

Cheers.

Rodolpho Zabisky - PH"

 


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  • juntos avançaremos polegada por polegada. vamos conversar?